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Journal des Pèlerins

Como escolher mel? Cinco verificações antes de comprar

3 min de leitura Por Maud
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Como escolher mel? Cinco verificações antes de comprar

Escolher um bom mel devia ser simples. E é, desde que se saiba o que olhar. Cinco critérios chegam para distinguir um mel raro e artesanal de um mel industrial. Cinco reflexos a ganhar diante de uma prateleira ou de uma loja online, e que transformam a decisão de compra num gesto de conhecedor. Eis o método.

Procura antes saber que mel escolher conforme o seu gosto? Este artigo é sobre a qualidade e a autenticidade de um mel. Para uma recomendação por apetência (suave, intenso, para oferecer...), consulte o nosso guia Que mel escolher?
Conjunto Ritual aberto com os três méis raros Sidr do Iémen, Branco do Quirguistão e Nigela do Egito e colheres de madeira
A exigência da CasaCinco critérios, três méis raros, a mesma atenção.
I.

O critério número 1: o mel cru

Um mel cru nunca foi aquecido acima de 35°C. A pasteurização industrial destrói os aromas subtis e faz o mel perder a sua assinatura aromática. Os melhores méis do mundo são todos crus. Procure as menções «cru», «não aquecido», «não pasteurizado», «não filtrado». Indicam uma produção que preserva as qualidades sensoriais de origem.

II.

A origem precisa e o terroir

Um mel de eleição vem de uma região precisa, por vezes de um só vale: é o que se chama terroir, o lugar e o clima de onde vem um mel. O Mel de Sidr do Iémen (açofeifa) vem dos vales do Hadramaute. O mel branco de altitude vem dos planaltos do Tian Shan. O mel de nigela (cominho-preto) vem do delta do Nilo, no Egito. O rótulo deve indicar o país e, de preferência, a região, o nome do apicultor ou da cooperativa. A menção «mistura de méis UE e não UE» é um sinal de alarme: estamos perante um lote industrial.

III.

Monofloral documentado

Um mel monofloral vem maioritariamente de uma só flor. O mel de acácia, o de Sidr, o de esparceta e o de tília são todos monoflorais. A assinatura aromática é nítida e reconhecível. Um mel de várias flores (multifloral) é menos distintivo. Um mel monofloral documentado por análise polínica confirma a identidade floral anunciada.

IV.

A textura na colher

Teste simples: mergulhe uma colher no frasco, retire-a e incline-a. Um mel cru é espesso. Escorre devagar, num fio contínuo, quase de xarope. Um mel industrial ou diluído é muito fluido. A textura muda de mel para mel: o de nigela é mais fluido, o de Sidr é denso, o mel branco de altitude é cremoso, mas nenhum bom mel é totalmente líquido a frio.

V.

Número de lote e data de colheita

Um produtor sério indica o número de lote e a data (ou o ano) de colheita em cada frasco. É o que torna a rastreabilidade possível. Nos nossos frascos, cada lote tem o seu identificador único. A nossa abordagem de análises e rastreabilidade documenta essa transparência.

Cinco critérios. Trinta segundos de atenção. Uma vida de provas diferente.

O princípio da Graines de Pèlerins

Escolher pela intensidade organolética

A nossa seleção cobre as quatro grandes famílias de intensidade. O perfil suave, floral e de nota láctea do Mel Branco do Quirguistão (esparceta), ideal para começar. O perfil floral e frutado do Mel de Rosas da Rússia (Aromiel), um mel de acácia com rosa brava, de cor rosada inconfundível. O perfil amadeirado e resinoso do Mel de Sidr do Iémen, para quem já tem o palato treinado. O perfil especiado e acaramelado do Mel de Nigela do Egito, para quem procura sabores fora do comum.

Conjunto Ritual com três méis raros e três intensidades diferentes: mel de Sidr, mel branco e mel de nigela

Conjunto · 3 intensidades

Conjunto Ritual 79,90 €

Mel de Sidr do Iémen amadeirado, Mel Branco suave e floral de nota láctea, Mel de Nigela especiado e acaramelado. Três intensidades para conhecer o seu palato.

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Onde comprar mel raro a sério

Prefira as casas que praticam a rastreabilidade documental e publicam as suas análises. A nossa coleção de méis raros reúne quatro origens de eleição (Iémen, Egito, Quirguistão, Rússia), cada uma rastreada, documentada e analisada.

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Fontes & Referências

  1. EU Council Directive 2001/110/EC. Honey quality definitions. eur-lex.europa.eu
  2. Bogdanov S. et al. Honey quality and international regulatory standards. Apidologie, 2009.
  3. ANSES. Recommandations sur les miels. anses.fr

Autor · Journal des Pèlerins

Maud

Informações sobre sabores, formatos e composição para ajudar a escolher.

Informação editorial. O conteúdo deste artigo é estritamente informativo, cultural e sensorial. Descreve a origem geográfica, a composição botânica, o perfil aromático e os usos tradicionais dos méis raros. Não constitui parecer médico, diagnóstico nem indicação de tratamento. O mel é um género alimentício. Em caso de dúvida clínica, consultar um profissional qualificado. Em conformidade com o Regulamento (CE) n.º 1924/2006.

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